A minha visão fica turva e lanço-me ao mais profundo mar dos devaneios.
Penso coisas como fadas, gnomos,
sátiros, ninfas, anjos, demônios.
Navego no mar turvo da minha mente tempestuosa
de lúgubre sentimentos. A solidão preenche-me,
esvaziando o coração angustiado por amores não vividos.
Solidão, leve-me embora para bem longe daqui.
Talvez possa deixar-me viver no mundo real,
onde os homens são falsos e canalhas; um verdadeiro animal.
Não sinto vontade de viver
quero muito parar de sofrer.
Lágrimas de sangue escorrem por dentro do meu peito.
Mas para além de tudo isso ainda consigo sorrir

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